Reduzi a velocidade. Na realidade, parei de uma vez. [...] E então o chão começou a sumir debaixo da minha vida e da minha cabeça. Meu raciocínio, longe de ser límpido como um cristal, ficou tortuoso. Eu leio o mesmo trecho repetidas vezes, só para perceber que não tenho nenhuma lembrança do que acabava de ler. Nada fazia sentido. Estava acostumada a que minha mente fosse minha melhor amiga; [...].
Agora, de repente, ela se volta contra mim: zomba dos meus entusiasmos insossos; ri dos meus planos tolos; já não considera nada interessante, divertido ou digno de atenção, incapaz de concentrar o raciocínio e se volta continuamente para o tema da morte: eu quero morrer, que diferença faz qualquer coisa? O curso da vida é breve e sem significado, por que viver? Eu me sinto totalmente exausta e mal consigo me forçar a sair da cama de manhã.[...]
As Tragédias teatrais parecem misturar-se, entre as palavras que dizeis,meus sentidos entorpecidos choram qdo mostro alegria.Minha loucura está me levando à morte!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Maldito (Li2CO3) - Odeio

"Quando me queixo de estar menos alegre, as pessoas dizem que agora estou como o resto do mundo, querendo, entre outras coisas, me tranqüilizar.
Mas eu comparo meu eu atual com meu anterior, não com as outras pessoas. Além disso, costumo comparar meu eu atual com o melhor que já fui, que é quando estive ligeiramente maníaca. Quando sou meu eu atual “normal”, estou a enorme distância de quando estive mais alegre, mais produtiva, mais veemente, mais expansiva e efervescente. Em suma, para mim mesma, é difícil me manter à altura das minhas expectativas.”
“Eu colhi os frutos amargos da minha própria recusa a tomar o lítio com regularidade. Foram inúmeras as vezes em que me perguntei, se eu não posso sentir, se não posso me mexer, se não posso pensar e se não consigo me importar, então qual era o sentido concebível de continuar vivendo.”
(Trechos do Livro - Uma Mente Inquieta)
Particularmente tem tudo haver comigo!
domingo, 4 de dezembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Desencontros e Loucuras
Já algum tempo que trago comigo uma mágoa, é uma coisa infinita que me consome. Ja tentei tirar isso de mim, mas foi inútil e ainda hoje sinto uma mistura de raiva, impotencia, magoa e tristeza. Sentimentos que nao me fazem bem, como uma especie de cancer que vai te corroendo aos poucos e voce definha.
Embora, que hoje esteja eu mais fortalecida e perceba onde eu peco APESAR de nao saber como mudar isso. E por isso sinto magoa, raiva e ate mesmo pena dessa pessoa, constratando com o sentimento bom que ainda permance dentro de mim.
Sinto um vazio e uma dor incontida, sinto necessidade de esquecer o passado, e esquecer das coisas boas que vivi e que foram reduzidas a nada.
Sinto tristeza, abandono e uma dor dentro do meu peito. Haja terapia para que eu possa questionar tantos DESENCONTROS e LOCURAS e haja crença para que eu consiga me libertar...
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Fragmentos
Queria poder escrever tudo o que eu sinto, mas as letras atropelam-se entre si... e a única coisa que eu consigo escrever são os fragmentos de um romance sangrento. Vida que sempre arruma um jeito de me apunhalar pelas costas. Pessoas que eu mais gostava, estraçalham meu coração mais uma vez.. e mais uma vez, eu espero, do fundo da minha alma (se é que eu ainda tenho uma), que ele se regenere novamente. Existirá uma hora que isso não mais vai acontecer. Sou de carne e osso, infelizmente, como qualquer um. E como qualquer um, eu também choro. E muito. Não sei até quando ele irá aguentar tanta dor.
É imensamente triste ver que você sempre plantou o bem, mas colheu o mau. Vivo no meio de serpentes, nunca sei quando vão dar o bote, só sei que sempre acabo sendo envenenada.
E é mais triste ainda ver que só você se abalou! Ver que os responsáveis por sua desgraça rirem de suas lágrimas e pisarem no seu sangue derramado.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Não sei onde estou indo...
As coisas não fazem sentido.
As palavras não fazem sentido.
Tu não fazes sentido.
Eu não faço sentido.
A verdade não precisa de sentido
para doer.
As palavras não fazem sentido.
Tu não fazes sentido.
Eu não faço sentido.
A verdade não precisa de sentido
para doer.
domingo, 28 de agosto de 2011
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